02 fevereiro, 2015

Não há mais ninguém

Tudo que eu sempre quis foi alguém como ele, alguém normal e calmo. Iguais e opostos, sem conflitos, só compreensão. Amável sem complicações, alguém que doasse amor sem medo, que não me desse medo. Um tal que me passasse segurança, que fosse apenas o amor em mim...e encontrei, esbarrei, me enviaram.
Porque quando o olho, quando sinto seu hálito acariciar minha pele com coisas do dia a dia; tudo se transforma e transbordo carinho pelos teus traços, pela tua maré. E quando está triste, quando me vem com aqueles olhos de chocolate, meu amor, é uma angústia. Queria poder ajudá-lo a sentir teus receios. Pois, quero dar lhe toda alegria do mundo em um embrulho bem bonito. Quero o sucesso deste homem tanto quanto o meu. Quero saborear todos os sorrisos e conquistar cada etapa ao lado dele. 
Queria que esse menino soubesse que de todas as vezes que me encantei, nenhuma delas pude sentir o que vem dele pra mim, o entendimento sem esforço, o zelo, a afeição, a atração. Ele é minha lua e eu sou o seu satélite, é além da carne. Ninguém me olhou como ele me olha e ninguém foi capaz de me fazer imaginar e desejar a vida assim, do jeito que sonhamos juntos. Sei que é único porque nada assim passa despercebido, não é um sentimento banal.
Porque mesmo soando clichê, sabemos claramente que "depois desse amor, não há mais ninguém".








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